Deutsches Spionagemuseum (Museu da Espionagem)

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Agentes secretos, espionagem, troca de espiões… rotina em Berlim nos tempos da Guerra Fria. Não é à toa que nesta época a cidade era considerada a “capital da espionagem” – até uma ponte ganhou o apelido de “Ponte dos espiões”.

Assim, nada mais adequado do que a “capital da espionagem” ganhar um museu dedicado ao assunto! Aberto em setembro de 2015, o Deutsches Spionagemuseum  nos conduz ao mundo dos agentes secretos e da espionagem.

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Uma réplica da Criptex do filme “O Código Da Vinci”

Com recursos multimedia e interativos, a exposição começa contando a história da espionagem, desde a antiguidade até os tempos modernos. As próximas sessões da exposição se dedicam a espionagem durante a Primeira e Segunda Guerra Mundial. Para documentar a espionagem no período da Guerra Fria, a exposição detalha os serviços secretos da Alemanha Oriental e da Alemanha Ocidental.

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Arma embutida em cachimbo

Em outras sessões, a exposição aborda e documenta aspectos variados da espionagem, como: criptografia, troca de espiões, treinamento de espiões, uso de animais para espionagem, teorias da conspiração e espionagem, sedução e amor como armas da espionagem, serviço secreto e o uso de veneno, entre outros.

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Sutiã com máquina fotográfica

Além de fotos e textos informativos, o Museu da espionagem exibe centenas de objetos usados por agentes secretos e ferramentas para espionagem. Os artefatos vão de câmeras escondidas nos mais variados tipos de objetos, a batom com mini-pistola ou guarda-chuva com veneno.

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Ampola de veneno escondida em guarda-chuva

Dentre os objetos expostos no museu destaca-se uma máquina de datilografar Enigma. Este tipo de máquina criptografava os textos, tornando-os à primeira vista incompreensíveis. A codificação de mensagens nas comunicações secretas foi um poderoso recurso utilizado pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial para dificultar aos inimigos a compreensão das mensagens interceptadas.

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A máquina de datilografar Enigma

Outro destaque é para um trabi (carro da Alemanha socialista) com câmeras infra-vermelho integradas, usado pela Stasi para espionar os cidadãos da Alemanha Oriental.

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Trabi com máquinas fotográficas integradas

A espionagem no mundo da ficção também é abordada no museu – o agente secreto mais famoso, James Bond, tem seu espaço na exposição. É documentado sobre os filmes lançados e os atores que interpretaram o Agente 007, assim como objetos e figurinos usados nos filmes são exibidos.

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Área do museu dedicada à James Bond

A exposição conta ainda com diversas instalações interativas, como a “Password Hacker”, onde você pode testar o quão segura (ou não) sua senha é, ou ainda o “Spy Map”, um mapa digital de Berlim que aponta os lugares e documenta as ações de espionagem durante a Guerra Fria. E para quem quiser se sentir como Tom Cruise em Missão Impossível, tem a sala com um labirinto de laser para ser atravessada.

A exposição é documentada em alemão e inglês. O Museu da Espionagem é aberto diariamente das 10 às 20 horas.

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Labirinto de laser

PreçoClique aqui para ver

Endereço: Leipziger Platz 9 – Mitte, 10117 Berlim

Como Chegar:
S-Bahn: Linhas S1, S2 e S25, estação S+U Potsdamer Platz
U-Bahn: Linha U2, estação S+U Potsdamer Platz
Ônibus: Linhas M41 e M48, parada S+U Potsdamer Platz

Atrações Próximas: Potsdamer Platz, Plataforma Panorâmica, Torre de Vigilância do Muro de Berlim

 

 

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